Produção de cerveja em Portugal entre as que mais crescem na UE

O estudo, publicado por ocasião do Dia Mundial da Cerveja, indica que a UE produziu mais de 41 mil milhões de litros de cerveja em 2017, mais 2,5 mil milhões do que no ano anterior, o que equivale a quase 81 litros desta bebida por cada cidadão comunitário. A Holanda foi o país dos 28 em que a produção mais aumentou em 2017, por comparação com 2016, tendo disparado 48%. Reino Unido (14%) e Portugal, com 11%, completam o ‘pódio’ deste ‘ranking’. A Alemanha é responsável por 20% da produção comunitária, seguida do Reino Unido (5,6 mil milhões de litros, ou 14%), Polónia (4 mil milhões ou 10%), Holanda 3,9 mil milhões ou 9%), Espanha (3,6 mil milhões ou 9%) e a Bélgica (2,4 mil milhões ou 6%).  Os restantes Estados-membros produziram ‘apenas’ 13,6 mil milhões de litros, o equivalente a 33% do total. 

Dívida pública cai 3,6 mil milhões de euros

A dívida pública na óptica de Maastricht, calculada de acordo com a definição utilizada no Procedimento dos Défices Excessivos, caiu em Junho para os 246,7 mil milhões de euros. Os activos em depósitos das administrações públicas diminuíram 4,8 mil milhões de euros, pelo que a dívida pública líquida de depósitos registou um aumento de 1,1 mil milhões de euros em relação ao mês anterior, totalizando 227,5 mil milhões de euros”, explica o BdP.

Bruxelas diz que Portugal cumpriu regras no furo para prospecção de petróleo de Aljezur

A Comissão Europeia considera que Portugal cumpriu as regras comunitárias no processo relacionado com o furo de Aljezur para prospecção de petróleo, situação em que cabe ao Estado decidir da necessidade de avaliação de impacto ambiental. As operações programadas até à data na costa portuguesa estão limitadas a perfurações exploratórias e a prospecção de petróleo, pelo que não estão obrigadas à realização da avaliação.

Confiança dos empresários aumenta, consumidores estão menos animados

Os consumidores portugueses estão menos optimistas nestes primeiros meses de Verão. É o segundo mês consecutivo de queda. Já o indicador de clima económico aumentou entre Maio e Julho, atingindo o máximo desde 2002. A confiança aumentou entre os empresários da Indústria Transformadora – após ter diminuído nos primeiros seis meses do ano. “A evolução do indicador reflectiu o contributo positivo das perspectivas de produção, enquanto o saldo das apreciações sobre a procura global e sobre a evolução dos stocks de produtos acabados contribuíram negativamente.

Auto-estradas rendem mais dinheiro à Brisa no primeiro semestre

Os portugueses utilizaram mais as auto-estradas e pagaram mais portagens na primeira metade 2018. Isto permitiu à Brisa Concessão, a gestora de auto-estradas, registar lucros de 62 milhões de euros até Junho, mais 27,3% face ao mesmo período de 2017. As receitas das portagens cresceram 6,2% para 267,3 milhões de euros. Todas as auto-estradas foram mais utilizadas: o destaque vai para a A9 (CREL) e a A10 (auto-estrada que liga a CREL à A1 e à A13), que registaram um aumento de tráfego superior a 9%. Nas áreas de serviço, as receitas duplicaram 127,1% para 7,6 milhões de euros, beneficiando da “renegociação de contratos”.

Confiança dos empresários desce na Europa

O indicador que mede o clima de negócios na zona euro recuou. Segundo os dados da Direcção-Geral dos Assuntos Económicos e Financeiros da Comissão Europeia, esta quebra deve-se à marcada deterioração das avaliações dos empresários face à carteira de exportações e às expectativas de produção. Foi o segundo mês consecutivo de queda deste indicador. Considerando as cinco maiores economias da zona euro, o sentimento económico avançou apenas na Alemanha (0,9), descendo acentuadamente em Espanha (-1,7), e moderadamente em Itália (-0,6).

Inflação da zona euro acelera para 2,1%

A taxa de inflação anual na zona euro terá acelerado 0,1 pontos percentuais, em Julho face a Junho, para 2,1%, devido à evolução dos preços da energia. O ritmo de crescimento dos preços da energia acelerou 1,4 pontos percentuais, para 9,4%, mais do que triplicando o passo registado pelas outras categorias onde os preços mais subiram. A aceleração da inflação dos preços dos produtos energéticos, face a Junho, terá sido de 0,32 pontos percentuais, enquanto face a igual mês do ano passado, o ritmo de aumento dos preços mais do que duplicou, passando de 3,75% para 7,78%.

Inflação em Portugal acelerou para 1,6% em Julho

A inflação em Portugal terá acelerado 0,1 pontos percentuais, em Julho, face a Junho, para 1,6%, devido à evolução dos preços da energia. O índice relativo aos produtos energéticos terá acelerado, estimando-se uma taxa de variação homóloga de 7,8% em Julho”. Estima-se que o Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português tenha registado uma variação homóloga de 2,2% (o valor observado em Junho foi 2%).

Taxa de desemprego recua para 7% em Maio

A taxa de desemprego caiu em Maio para 7%, revendo assim em baixa os valores divulgados no final de Junho, que indicavam uma subida do desemprego, tendo sido criados 302 mil empregos desde o início desta legislatura. Este valor representa uma revisão em baixa da primeira estimativa. No final de Junho, o gabinete português de estatística, na sua estatística provisória, indicava que a taxa de desemprego em Maio seria de 7,3%.

Desemprego da zona euro mantém-se em 8,3% com Portugal abaixo da média

A taxa de desemprego na zona euro manteve-se em 8,3% em Junho, inalterado em relação ao mês anterior e continuando em mínimos desde Dezembro de 2008. Na União Europeia, a taxa de desemprego foi de 6,9%, também semelhante à do mês anterior e em mínimos desde Maio de 2008. Os valores comparam com 9% na zona euro e 7,6% na UE, em Junho de 2017. As taxas mais baixas são da República Checa (2,4%) e Alemanha (3,4%). Em sentido contrário, as mais elevadas são na Grécia (20,2% em Abril) e Espanha (15,2%).