IUC: Municípios querem imposto pago no local onde condutor reside

Receita do selo do carro em aluguer de longa duração é atribuído aos concelhos onde as empresas têm sede. A Associação Nacional de Municípios reclama que o imposto único de circulação (IUC) seja sempre pago ao concelho onde o utilizador do veículo reside. Uma alteração ao Código do IUC em 2016 fez com que parte daquele imposto nacional seja receita apenas de alguns municípios. Em causa estão os veículos fornecidos através de contratos de aluguer de longa duração ou de locação operacional. Só que a receita do IUC cobrado aos utilizadores de viaturas ao abrigo de contratos de leasing não está a entrar nos cofres dos concelhos onde esses contribuintes possuem morada fiscal.

Taxas no multibanco

Portugal é o país europeu com uma maior rede de caixas multibanco e onde mais se recorre a essas máquinas. Os levantamentos e pagamentos no multibanco são gratuitos porque a lei proíbe custos com esses serviços. Mas os presidentes de alguns dos maiores bancos nacionais contestam que não se cobre comissões. O Santander Totta tinha, no final de 2018, 1441 caixas multibanco espalhadas pelo país, uma quota de 16,1%. Já o banco público tem 1361 caixas (15,2%) e o Crédito Agrícola completa o pódio com mais de 1300 máquinas multibanco. Dos restantes bancos a operar em Portugal, apenas o BCP supera as mil máquinas multibanco (1244). Portugal é dos poucos países da Europa onde os bancos não cobram pela utilização das ATM.

Carga fiscal em máximos. Culpa não é dos impostos nem da economia

Não é fruto da conjuntura, é mesmo estrutural. A carga fiscal ficou em máximos de 1999 e o Banco de Portugal foi tentar perceber porquê. A resposta está nos detalhes. No ano passado, a carga fiscal atingiu o valor mais alto desde 1999. Mas isso não resultou nem da acção do Governo, como acusa a oposição, nem fundamentalmente do ciclo económico.

Portugal mais pobre face à Europa do que antes do euro

A Comissão Europeia e o Banco de Portugal reconhecem que o país tem vindo a convergir com os parceiros da moeda única há cinco anos, mas o ritmo não chega para resolver o atraso acumulado desde a entrada no euro, nota o banco central. Apesar de Portugal estar a convergir com a área do euro, os portugueses estão hoje mais pobres face aos países da moeda única do que há 20 anos – quando o país estava prestes a trocar o escudo pelo euro.

IIº Workshop EETUR

AUDITÓRIO CARLOS DO CARMO – LAGOA
ISQ promove boas praticas energética no setor hoteleiro na região do Algarve

Decorreu dia 7 de maio no auditório municipal Carlos de Carmo em Lagoa o IIº Workshop EETur sobre Eficiência Energética e Energias Renováveis como titulo TRANSIÇÃO ENERGÉTICA NO SETOR HOTELEIRO.
O Workshop teve como principal objetivo a divulgação de boas práticas, tecnologias e modelos de negócio disponíveis para Eficiência Energética e Energias Renováveis com apresentação de exemplos de sucessos e oportunidades de financiamento, demonstrando assim o potencial de impacto económico da Eficiência Energética nos empreendimentos turísticos.
O evento contou ainda com uma área para exposição de produtos e serviços de energia bem como um espaço para encontros bilaterais/sessões de networking (B2B). Cerca de 14 empresas de serviços de energia apresentaram os seus produtos e as suas tecnologias no espaço expositivo.
O evento contou com cerca de 90 participantes de diversas entidades ligadas ao setor da energia e do turismo. Esta iniciativa serviu para captar a atenção das empresas do setor dos empreendimentos turísticos, fornecedores de tecnologias e serviços de energia, no sentido de estimular o interesse para a implementação de projetos de eficiência energética e energias renováveis nesses edifícios.
O evento foi promovido pelo ISQ – Instituto de Soldadura e Qualidade com o apoio dos parceiros regionais, a AHETA, NERA (Associação Empresarial da Região do Algarve) e a ENERCOUTIM (Associação de Energia Solar de Alcoutim) no âmbito do projeto EETur, financiado pelo Programa CRESC ALGARVE 2020 ao abrigo do Sistema de Incentivos às Ações Coletiva.

Consulte aqui o programa do evento

Agravamento do IMI para prédios devolutos

O diploma do Governo, aprovado em Conselho de Ministro em 14 de Fevereiro, estabelece como zonas de pressão urbanística “zonas onde a procura é muito maior do que a oferta ou em zonas onde a capacidade financeira das pessoas está muito abaixo dos valores de mercado. No caso de prédios devolutos em zonas de pressão urbanística, as autarquias podem agravar, a partir do segundo ano em que o imóvel está devoluto, até seis vezes mais o IMI corrente e, depois disso, aplicar a cada ano um agravamento de mais 10%.

Portugal cai de 2.º para 4.º lugar entre países que mais fundos receberam de Bruxelas

Bruxelas transferiu para Portugal 7.957 milhões de euros desde o início do actual quadro comunitário e até Março, mas Portugal caiu do segundo para o quarto lugar entre os países que mais receberam. Comissão Europeia (CE) já transferiu assim 30,6% do valor programado no Portugal 2020 (PT 2020). Actualmente, a Polónia lidera o pódio (21.154 milhões de euros), seguida por França (8.528 milhões de euros) e Itália (8.293 milhões de euros). No total, a Comissão Europeia já transferiu 112.858 milhões de euros para os 28 Estados-membros, sendo que 7% desse montante foi para Portugal.

Um sexto dos trabalhadores europeus fazem 48 horas por semana

Um sexto dos trabalhadores da União Europeia trabalha 48 horas semanais ou mais e um terço está sujeito a um trabalho intensivo, refere um relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre a qualidade do emprego. Em Portugal trabalha-se em média 45 horas por semana, apesar da legislação laboral prever o limite das 40 horas semanais. Segundo o estudo, mais de metade das pessoas da República da Coreia, Turquia e Chile trabalham mais de 48 horas por semana. O relatório considera ainda fundamental o diálogo social, entre os representantes dos trabalhadores e dos empregadores, para melhorar a qualidade do emprego, assim como o papel das autoridades públicas, enquanto regulamentadoras.

Brexit já custou 138 mil milhões de euros à Europa

Desde que o Reino Unido votou pela saída da União Europeia, Portugal perdeu oportunidades de exportação na ordem dos dois mil milhões de euros. Sabe-se que no conjunto das economias de Portugal, Espanha, França, Itália, Bélgica, Holanda e Alemanha, o Brexit já custou 138 mil milhões de euros. Ainda assim, Portugal é dos países europeus que foi menos impactado. No caso da Alemanha, por exemplo, esse valor foi de 50 mil milhões de euros. Em Espanha foi de 7,8 mil milhões de euros. Brexit pode causar um impacto enorme no turismo, que vale perto de 15% do PIB português. 22% dos passageiros que entram nos aeroportos portugueses são britânicos, mas este valor pode ser afectado caso se comecem a requerer vistos de turismo a estes cidadãos.

Já nasceu o BEM, banco destinado a empresas

O BEM contará com dez Espaços Empresa – situados em Aveiro, Braga, Leiria, Lisboa e Grande Lisboa, Porto e Grande Porto, Faro e Viseu. A ideia é simples: “ajudar a resolver problemas há muito identificados no nosso tecido empresarial, como os constrangimentos à capitalização e ao acesso a fontes de financiamento alternativas por parte das empresas”. De acordo com a instituição financeira, o objectivo é “suprir falhas do mercado” e responder às necessidades de crescimento e sofisticação do tecido empresarial português, num universo potencial de mais de cinco mil empresas.