Portugal está mais competitivo no sector do turismo e alcança primeiro lugar em duas categorias

Esta é a posição mais elevada de sempre, sendo que desde 2013 Portugal já subiu oito posições, uma vez que nesse ano se encontrava posicionado em 20º lugar. No Relatório de Competitividade no Turismo de 2019 do Fórum Económico Mundial, Portugal atingiu o 12º lugar no ranking de competitividade, em termos mundiais. Portugal conseguiu o primeiro lugar nos indicadores de ‘oferta turística’ e das ‘infra-estruturas turísticas’. Esta é a primeira vez que o país consegue a liderança mundial em dois indicadores, que avalia a qualidade da oferta turística, tendo ficado à frente de países como Áustria, EUA e Espanha.

SIBS e seis operadores criam sistema europeu de pagamentos

A SIBS, em parceira com a MobilePay, Banccontact, Bluecode,  Swich,  VIPPS e TWINT vão criar um sistema de pagamentos móvel a nível europeu. European Mobile Payment Systems Association (EMPSA) será o nome e vai significar a internacionalização do MB Way. “Com a colaboração entre sistemas, a SIBS abre caminho para a interoperabilidade do MB WAY com outros sistemas de pagamentos móveis, possibilitando o seu uso num contexto internacional”. Sete soluções de pagamento móveis domésticas, líderes a nível europeu, categoria em que o MB WAY, na qualidade de membro fundador, reconhecidamente se inclui, unem-se com o objectivo de possibilitar a interoperabilidade e abrangência internacional.

Dívida pública diminui para 251 mil milhões de euros em Julho

A dívida pública apresentou uma ligeira redução para 251 mil milhões de euros, no mês de Julho, segundo os dados divulgados pelo Banco de Portugal (BdP). Comparativamente ao mês passado, a dívida reduziu 200 milhões de euros. Os activos em depósitos das administrações públicas diminuíram 900 milhões de euros, sendo que a dívida pública líquida de depósitos registou um aumento de 700 milhões de euros face ao mês anterior, totalizando 234,5 mil milhões de euros. Ainda que o valor nominal da dívida pública aumente, o seu peso total na economia tem apresentado uma quebra devido ao crescimento positivo do PIB. Os dados mostram que a dívida pública pesou 122,5% no PIB, no final do segundo trimestre, sendo que no fim do primeiro trimestre se fixou em 125,1%.

‘Taxa de rolha’ de vinho comprado em loja e servido em restaurante paga IVA de 23%

Ainda que o restaurante permita que o cliente forneça a garrafa de vinho não deixa de fornecer um serviço, precisa a AT numa informação vinculativa agora publicada no Portal das Finanças adiantando que, neste tipo de situações, a “taxa de rolha” corresponde à contrapartida do fornecimento desses serviços. Assim, os consumidores que adquiram uma garrafa de vinho numa garrafeira inserida num espaço de restauração e a consumam no restaurante terão de pagar o valor pelo serviço prestado (“taxa de rolha”) sujeito a IVA de 23%. A AT refere que a expressão “taxa de rolha” permite cumprir os requisitos da facturação por poder ser entendida como a “quantidade e denominação usual dos bens transmitidos ou dos serviços prestados” que deve constar da factura.

Autoridade para as Condições do Trabalho reforçada com 53 novos inspectores

A Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) vai contar com um reforço de 53 novos inspectores já a partir de Setembro, o que representa um aumento de 17% do seu quadro de inspectores. Estes novos 53 inspectores integram um contingente global de 133 novos inspectores que serão integrados na ACT até ao final de 2019, o que permitirá um reforço dos seus inspectores em 44%”, revela o Governo em comunicado. A ACT é o serviço do Estado que visa a promoção da melhoria das condições de trabalho em todo o território continental através da fiscalização do cumprimento das normas em matéria laboral e do controlo do cumprimento da legislação relativa à segurança e saúde no trabalho.

Mais de metade dos portugueses diz que a crise não passou

Segundo o II Grande Inquérito de Sustentabilidade em Portugal, desenvolvido por investigadores do Instituto de Ciências Sociais (ICS), da Universidade de Lisboa (UL), 53,5% dos inquiridos consideram que a crise não passou e apenas menos de um terço (29,8%) diz que a crise está ultrapassada. As pessoas sentem que a crise ainda não terminou e isso deixou desconfiança e uma sensação de insegurança que permanece activa e que é determinante de muitos comportamentos, até de comportamentos ligados ao consumo, com um perfil mais notório do ‘consumidor constrangido’, que faz contas a tudo.

Nunca houve tantos carros e tão envelhecidos a circular em Portugal

O parque automóvel em Portugal está a crescer, mas também a envelhecer. São mais de cinco milhões de viaturas ligeiras de passageiros, o número mais elevado de sempre, com uma idade média de 12,7 anos, a mais alta de sempre também. Desde 2000, a idade média dos carros em Portugal passou dos 7,2 anos para os 12,7 anos. Significa isto que, dos 5,015 milhões de ligeiros de passageiros a circular pelas estradas nacionais, 62% têm mais de 10 anos. São quase 3,1 milhões de carros matriculados antes de 2008. E destes quase 900 mil têm mais de 20 anos. Correspondem a 17,8% do total dos ligeiros de passageiros em circulação no país a 31 de Dezembro de 2018.

80% do parque automóvel é composto por ligeiros de passageiros

No total, o parque automóvel nacional é composto por 6,281 milhões de viaturas, sendo que os ligeiros de passageiros valem quase 80% do mercado. Nos comerciais ligeiros – pouco mais de 1,1 milhão de carros – a idade média é de 14,1 anos (no ano anterior era de 13,7 anos) e sobe para os 15 anos nos 16.200 veículos pesados de passageiros (14,8 em 2017) em circulação. A densidade automóvel em Portugal baixou ligeiramente, passando de 2,2 automóveis ligeiros por cada habitante para uma média de 2,0 em 2018. Faro e Guarda são os distritos com menor densidade automóvel – 1,7 carros por habitante – numa tabela que é liderada por Setúbal: 2,4 viaturas por habitante. Lisboa mantém-se nos 2,1 e o Porto reduz de 2,4 para 2,3 viaturas por habitante.

Dívidas e impostos fazem aumentar renúncias à herança

No ano passado, 607 pessoas recusaram esse direito. Decisão é irrevogável e abrange a totalidade dos bens. Ninguém é obrigado a aceitar uma herança. Por entender não ter direito à mesma, ou por achar que lhe poderá trazer problemas, sobretudo quando tem dívidas associadas. Em Portugal, são poucos os actos de renúncia – 607, no ano passado. O repúdio à herança, explica o bastonário dos notários, não pode ser feito em vida. Apenas após o óbito e abertura do processo de sucessão. Normalmente, as pessoas repudiam por causa de dívidas, sejam fiscais, sejam financeiras associadas a créditos.

UE pode rotular Brexit sem acordo como “desastre natural” para desbloquear fundos

A União Europeia está a levantar a hipótese de utilizar fundos, até agora reservados para fazer frente a desastres naturais, para responder a desequilíbrios económicos provocados por uma saída “dura” do Reino Unido. Bruxelas pode vir a desbloquear cerca de 500 milhões de euros, anualmente, disponíveis num fundo de solidariedade constituído em 2002 para enfrentar as condições meteorológicas severas vividas nesse ano. Esta quantia estava reservada para emergências, como inundações, fogos e terramotos. Agora, pode vir a servir para apoiar nações europeias como a Holanda, Alemanha, Dinamarca e Espanha, que estão entre aquelas que enfrentarão duros desafios no caso de uma saída sem acordo dos britânicos.