Complemento solidário custou mais 1,6 milhões de euros

Apoio permite garantir um rendimento mínimo mensal de 375,61 euros aos reformados. Complemento solidário abrangia no final do ano passado um grupo populacional superior a 165 mil pessoas. Há menos 1811 pessoas a receber o Complemento Solidário para Idosos (CSI). No final de Dezembro, de acordo com a Segurança Social, eram 165 183 os beneficiários deste apoio. Apesar da redução no número de pessoas abrangidas, o Estado gastou em 2019 com esta rubrica mais 1,6 milhões de euros face a 2018.

Portugal vai ter rede 5G até ao final do ano

Objectivo é ter país coberto de 5G em cinco anos. Em 2020, a meta fica em duas cidades.  Investimento na 5G rondará centenas de milhões de euros, pelo que as operadoras deverão juntar-se para partilhar custos. A rede 5G vai chegar a Portugal ainda este ano, permitindo comunicações mais rápidas. O Conselho de Ministros aprovou a estratégia e o calendário para a implementação desta tecnologia. O objectivo é que a rede possa cobrir, até 2025, a maior parte do País. “Estamos conscientes de que é um calendário ambicioso. O primeiro passo é dado, até ao fim de 2020, em duas cidades com perfis diferentes: uma no Litoral e outra no Interior. A tecnologia irá depois, de forma gradual, chegar também aos serviços públicos.

Desemprego. Governo derrapa meta com taxa a cair para 6,5% em 2019

A taxa de desemprego em Portugal caiu para 6,5% em 2019, um número que representa uma melhoria face à taxa de 2018 (7%) mas que não condiz, por pouco, com a meta do Governo que era de 6,4%. A população desempregada, 339,5 mil pessoas, registou uma diminuição de 7,2% (26,4 mil) quando comparada ao ano anterior. Já a população empregada, num total de 4.913,1 mil pessoas, aumentou 1,0% (46,4 mil).

Renováveis representaram 67% do consumo nacional de electricidade

O consumo de energia eléctrica registou, em Janeiro, um crescimento de 0,9%, ou 2,7% corrigido dos efeitos da temperatura e número de dias úteis, em comparação com o mesmo mês do ano anterior. A produção renovável abasteceu 67% do consumo nacional (incluindo saldo exportador), repartida por hídrica com 36%, eólica com 24%, biomassa 5% e fotovoltaica 1,2%, a produção não renovável 33%, repartida por gás natural com 31% e carvão que mantém uma utilização residual com 2%. Já o saldo de trocas com o estrangeiro foi exportador, equivalendo a cerca de 10% do consumo nacional.

Reino Unido antecipa proibição de veículos a gasolina e gasóleo

O Reino Unido pretende proibir a venda de novos veículos a gasolina e gasóleo até 2035, numa tentativa para acelerar a redução das emissões de carbono e combater as alterações climáticas. A medida antecipa em cinco anos o prazo estabelecido anteriormente, até 2040, inclui automóveis e carrinhas e, pela primeira vez, veículos híbridos que combinam combustíveis que geram emissões com tecnologias limpas. O anúncio foi programado para coincidir com o lançamento dos planos do governo britânico para a cimeira climática, conhecida como 26.ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP26).

Cada família tem dívida de 34 mil euros à Banca

Ter casa é a principal razão para os portugueses pedirem crédito ao banco. Por cada 100 euros que as famílias devem, 69 euros são de empréstimos para habitação. Cada família portuguesa tem, em média, uma dívida aos bancos de quase 34 mil euros. O cálculo é possível a partir do valor global de crédito dos particulares, 140 544 milhões de euros, relativo a Novembro do ano passado, de acordo com dados do Banco de Portugal (BdP).

Dívida portuguesa diminui

A dívida da economia portuguesa era de 724 727 milhões de euros em Novembro de 2019, segundo o Banco de Portugal. Trata-se de uma redução de 3101 milhões de euros face ao mesmo mês de 2018. O sector público representa uma fatia de 320 118 milhões de euros, ou seja, 44% da dívida total. Ainda assim, o Estado reduziu, no prazo de um ano, o endividamento em 4859 milhões de euros. Já as empresas privadas aumentaram o bolo da dívida, para 264 065 milhões de euros, segundo os dados de final de Novembro.

Eurostat: Economia terá crescido 1,2% na zona euro e 1,4% na UE em 2019

A economia da zona euro cresceu 1,0% no quarto trimestre de 2019 face ao período homólogo, enquanto nos 28 Estados-membros avançou 1,1%, pelo que no conjunto do ano terá avançado 1,2% e 1,4%, respectivamente. Na comparação em cadeia, face ao terceiro trimestre, o gabinete oficial de estatísticas da UE estima que o PIB tenha registado nos últimos três meses do ano um ligeiro aumento de 0,1% tanto no espaço da moeda única como no conjunto da União. Entre Julho e Setembro, o PIB da zona euro crescera 1,2% em termos homólogos e 0,3% face ao segundo trimestre, enquanto na UE a 28 avançara 1,4% face ao terceiro trimestre de 2018 e igualmente 0,3% comparativamente ao segundo trimestre.

Portugal já passa ao lado do choque do Brexit

Mais de três anos após uma votação que deu origem a incertezas e trocas de acusações em praça pública, Reino Unido e União Europeia seguem, por fim, cada um para seu lado. Temeu-se o caos nos mercados, o fecho de empresas e o despedimento de milhares. Mas o divórcio termina com uma tranquilizadora separação parcial de bens. Em Portugal, o choque inicial deu lugar a um encolher de ombros. Afinal, nem tudo o brexit levou. No início foi como se uma onda gigante tivesse varrido a costa algarvia. Desde há décadas que o Reino Unido é o principal mercado emissor de turistas para Portugal, sobretudo para o Algarve e a Madeira. Mas a verdade é que também no sector do turismo, os receios depressa foram ao fundo.

Taxa de inflação sobe em Janeiro para 1,4% na zona euro e 0,8% em Portugal

Taxas anuais mais altas foram observadas na Lituânia (2,8%), Luxemburgo (2,7%) e Bélgica (2,6%). A taxa de inflação anual na zona euro aumentou de 1,3% em Dezembro do ano passado para 1,4% em Janeiro, e em Portugal de 0,4% para 0,8%. Depois de ter registado nos últimos dois meses do ano passado a taxa de inflação anual mais baixa da zona euro (0,2% em Novembro e 0,4% em Dezembro), Portugal teve no primeiro mês do corrente ano a segunda taxa mais baixa entre os 13 dos 17 países da moeda única sobre os quais já há estimativas disponíveis, apenas à frente de Chipre (0,6%).