IEFP: 165 mil desempregados não recebem nenhum subsídio

Existem, em Portugal, 334 241 cidadãos desempregados, o número mais baixo dos últimos cinco anos, de acordo com os últimos dados do Instituto do Emprego e Formação Profissional, referentes ao mês de Outubro. Destes 330 mil desempregados, 50,4%, ou seja, 165 827 pessoas, não recebem qualquer subsídio do Estado. As restrições, que ao longo da última década foram impostas às regras de atribuição do subsídio de desemprego, são as principais explicações para que a percentagem de pessoas sem protecção no desemprego tenha aumentado de 38% em 2008 para 57,2% em 2016.

Portugal pode ser o maior produtor mundial de medronho

Os avanços da investigação científica do medronho podem projectar Portugal como o maior produtor mundial deste fruto silvestre nos próximos anos. Depois da destruição causada pelos grandes incêndios de 2017, a valorização do fruto e o incremento da plantação de medronheiros representam “uma parte da solução” para os territórios do Interior. O medronheiro é uma espécie autóctone da Península Ibérica e da bacia do Mediterrâneo, “muito resistente ao fogo” e com grande capacidade de regeneração, realçou o investigador da Universidade de Aveiro, dono de medronhais que totalizam 20 hectares, nas margens do rio Alva, no município de Penacova.

Bruxelas considera que situação social em Portugal está “melhor”

A situação social em Portugal está melhor, com o país a deixar de integrar o grupo dos Estados-membros em “situação crítica”. Assim, Portugal já não pertence ao grupo de 13 países que vivem “situações críticas” a nível social, isto é, cujos indicadores são “muito piores do que a média, não melhoraram suficientemente rápido ou estão a deteriorar-se”. O relatório, que avalia o desempenho dos Estados-Membros em função de 14 indicadores principais, destaca que Portugal está entre os melhores na integração de crianças com menos de três anos em estruturas de acolhimento formais, e entre “os melhores do que média” ao nível da taxa de emprego (% da população 20-64 anos), da taxa de desemprego (% da população 15-74 anos), taxa de desemprego de longa duração e disparidades entre homens e mulheres no emprego.

Portugal é o pior pagador às empresas na União Europeia

As entidades públicas portuguesas demoram, em média, 46 dias a pagar às empresas. Portugal é o pior pagador entre os 28 Estados-membros da União Europeia, onde a média para liquidar as contas é de 9,27 dias. Bruxelas lamenta que a tendência positiva dos últimos anos nesta matéria tenha sido invertida. Em 2015, o prazo médio de pagamentos do Estado era de 39 dias, em 2016 havia baixado para 17 dias no ano passado.

OCDE prevê desaparecimento do défice orçamental em 2020

Para 2018, a organização mantém a previsão de Maio, estimando um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,2%, abaixo dos 2,3% estimados pelo executivo. Já para 2019, a OCDE reviu em baixa a previsão de 2,2% para 2,1%, enquanto o Governo estima que a economia avance 2,2% no próximo ano. Por outro lado, para 2020, a organização está mais optimista do que o Governo ao prever que o PIB português cresça 1,9% (contra 1,7% estimados pelo executivo). A procura interna e as exportações contribuirão para o avanço da economia, em particular o crescimento do consumo que “permanecerá sólido” ao mesmo tempo que a taxa de desemprego desce, explica a OCDE, acrescentando que a subida dos custos de mão-de-obra levará a um aumento da inflação.

1º Workshop EETur 2018

Eficiência Energética e Energias Renováveis; “Modelos de negócio e oportunidades para a hotelaria do Algarve”

DATA: 05 de Dezembro de 2018 

LOCAL: Auditório do NERA (Associação Empresarial da Região do Algarve) Loteamento Industrial de Loulé, 8100-272 Loulé.

mais informações aqui: www.eetur.com

Filiais estrangeiras já pagam mais 408 euros aos trabalhadores

As filiais estrangeiras com actividade em Portugal pagam mais 408 euros aos trabalhadores do que as empresas nacionais. A produtividade dos funcionários destas empresas não residentes também é superior em 18,1 mil euros face à que é apresentada pelos quadros das companhias portuguesas. Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), no ano passado os trabalhadores de filiais estrangeiras em Portugal ganhavam, em média, 1351 euros mensais, o “valor mais elevado” desde 2010. São mais 408 euros face aos 943 euros pagos, em média, aos funcionários nas empresas portuguesas.

EasyJet faturou 521 milhões de euros até Setembro

A easyJet obteve um lucro líquido de 466 milhões de libras (521 milhões de euros) até Setembro, mais 43,3% relativamente ao mesmo período de 2017. A companhia aérea precisou que o lucro antes dos impostos foi de 578 milhões de libras (647 milhões de euros), uma subida de 41,6% em relação ao ano anterior, e a aquisição de bilhetes chegou aos 5.898 milhões de libras (6.605 milhões de euros). A easyJet transportou 88,5 milhões de passageiros até Setembro deste ano, mais 10,2% que em 2017 e um número recorde. No que diz respeito à carga, até Setembro situou-se nos 92,9% face aos 92,6% do ano passado.

Mulheres são detentoras de 40% da riqueza mundial

As mulheres contabilizem actualmente cerca de 40% da riqueza global total, com um crescimento considerável da participação durante o século XX, segundo revela o Global Wealth Report 2018, do Credit Suisse Research Institute. Após o aumento da riqueza entre as mulheres no final do século passado, seguiu-se, no entanto, estagnação desde o ano 2000. Embora ainda haja disparidade de riqueza entre homens e mulheres em todo o mundo – muito mais acentuada em alguns lugares do que em outros –, essa desigualdade diminuiu significativamente ao longo dos anos, e espera-se que continue assim à medida que mais mulheres tenham acesso à educação e participem do mercado de trabalho”, disse Nannette Hechler Fayd’herbe, Global Head of Investment Strategy & Research.

Não residentes compraram quase 8% dos imóveis vendidos em Portugal

Em 2017, 7,7% dos imóveis transaccionados em Portugal foram vendidos a não residentes, correspondendo a 11,5% do valor total transaccionado (7,3% e 12,5%, respectivamente, em 2016)”, refere o Instituto Nacional de Estatística (INE). As vendas de imóveis a não residentes aumentaram 19,2% em número e 22,6% em valor face a 2016, quando apresentaram subidas de 11,4% e 4,6%, respectivamente. Como tinha acontecido no ano anterior, em 2017, foram os residentes em França que mais imóveis adquiriram em Portugal, atingindo quase 20% do total, seguidos pelos habitantes no Reino Unido (16,2%). O valor médio dos prédios vendidos a estrangeiros era 160.407 euros, ou seja, quase 50% superior ao valor médio das transacções globais (107.381 euros).