Bruxelas diz que Portugal cumpriu regras no furo para prospecção de petróleo de Aljezur

A Comissão Europeia considera que Portugal cumpriu as regras comunitárias no processo relacionado com o furo de Aljezur para prospecção de petróleo, situação em que cabe ao Estado decidir da necessidade de avaliação de impacto ambiental. As operações programadas até à data na costa portuguesa estão limitadas a perfurações exploratórias e a prospecção de petróleo, pelo que não estão obrigadas à realização da avaliação.

Confiança dos empresários aumenta, consumidores estão menos animados

Os consumidores portugueses estão menos optimistas nestes primeiros meses de Verão. É o segundo mês consecutivo de queda. Já o indicador de clima económico aumentou entre Maio e Julho, atingindo o máximo desde 2002. A confiança aumentou entre os empresários da Indústria Transformadora – após ter diminuído nos primeiros seis meses do ano. “A evolução do indicador reflectiu o contributo positivo das perspectivas de produção, enquanto o saldo das apreciações sobre a procura global e sobre a evolução dos stocks de produtos acabados contribuíram negativamente.

Auto-estradas rendem mais dinheiro à Brisa no primeiro semestre

Os portugueses utilizaram mais as auto-estradas e pagaram mais portagens na primeira metade 2018. Isto permitiu à Brisa Concessão, a gestora de auto-estradas, registar lucros de 62 milhões de euros até Junho, mais 27,3% face ao mesmo período de 2017. As receitas das portagens cresceram 6,2% para 267,3 milhões de euros. Todas as auto-estradas foram mais utilizadas: o destaque vai para a A9 (CREL) e a A10 (auto-estrada que liga a CREL à A1 e à A13), que registaram um aumento de tráfego superior a 9%. Nas áreas de serviço, as receitas duplicaram 127,1% para 7,6 milhões de euros, beneficiando da “renegociação de contratos”.

Confiança dos empresários desce na Europa

O indicador que mede o clima de negócios na zona euro recuou. Segundo os dados da Direcção-Geral dos Assuntos Económicos e Financeiros da Comissão Europeia, esta quebra deve-se à marcada deterioração das avaliações dos empresários face à carteira de exportações e às expectativas de produção. Foi o segundo mês consecutivo de queda deste indicador. Considerando as cinco maiores economias da zona euro, o sentimento económico avançou apenas na Alemanha (0,9), descendo acentuadamente em Espanha (-1,7), e moderadamente em Itália (-0,6).

Inflação da zona euro acelera para 2,1%

A taxa de inflação anual na zona euro terá acelerado 0,1 pontos percentuais, em Julho face a Junho, para 2,1%, devido à evolução dos preços da energia. O ritmo de crescimento dos preços da energia acelerou 1,4 pontos percentuais, para 9,4%, mais do que triplicando o passo registado pelas outras categorias onde os preços mais subiram. A aceleração da inflação dos preços dos produtos energéticos, face a Junho, terá sido de 0,32 pontos percentuais, enquanto face a igual mês do ano passado, o ritmo de aumento dos preços mais do que duplicou, passando de 3,75% para 7,78%.

Inflação em Portugal acelerou para 1,6% em Julho

A inflação em Portugal terá acelerado 0,1 pontos percentuais, em Julho, face a Junho, para 1,6%, devido à evolução dos preços da energia. O índice relativo aos produtos energéticos terá acelerado, estimando-se uma taxa de variação homóloga de 7,8% em Julho”. Estima-se que o Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português tenha registado uma variação homóloga de 2,2% (o valor observado em Junho foi 2%).

Taxa de desemprego recua para 7% em Maio

A taxa de desemprego caiu em Maio para 7%, revendo assim em baixa os valores divulgados no final de Junho, que indicavam uma subida do desemprego, tendo sido criados 302 mil empregos desde o início desta legislatura. Este valor representa uma revisão em baixa da primeira estimativa. No final de Junho, o gabinete português de estatística, na sua estatística provisória, indicava que a taxa de desemprego em Maio seria de 7,3%.

Desemprego da zona euro mantém-se em 8,3% com Portugal abaixo da média

A taxa de desemprego na zona euro manteve-se em 8,3% em Junho, inalterado em relação ao mês anterior e continuando em mínimos desde Dezembro de 2008. Na União Europeia, a taxa de desemprego foi de 6,9%, também semelhante à do mês anterior e em mínimos desde Maio de 2008. Os valores comparam com 9% na zona euro e 7,6% na UE, em Junho de 2017. As taxas mais baixas são da República Checa (2,4%) e Alemanha (3,4%). Em sentido contrário, as mais elevadas são na Grécia (20,2% em Abril) e Espanha (15,2%). 

Portugueses já compraram mais carros eléctricos este ano do que em 2017

O prazo para o início do pagamento dos carregamentos rápidos em 60 postos da rede Mobi.E derrapou mais uma vez – deveria ter começado finalmente a 1 de Julho, depois de sucessivos atrasos – o que significa que continuam a ser os operadores responsáveis pelos mesmos a suportar o encargo com a electricidade consumida. Uma factura mensal que neste momento ascende já a 29 mil euros por mês. A EDP não regista “perdas significativas”, mas avisa que a ausência de cobrança dos carregamentos em Portugal tem consequências para o desenvolvimento da mobilidade eléctrica, dissuadindo o investimento dos operadores em infra-estrutura.

Portugal ainda mais seguro. Crimes violentos voltam a descer

Bem que o país pode continuar a promover a sua segurança como cartão-de-visita para atrair turismo. Desde 2008 que a criminalidade violenta tem vindo a diminuir -37% nos últimos dez anos -, e as boas notícias nesta matéria são de novo confirmadas este ano. De acordo com os dados já registados pelas forças e pelos serviços de segurança sobre o primeiro semestre de 2018, os crimes violentos voltaram a registar uma diminuição significativa, na casa dos dois dígitos. No ano passado os crimes violentos já tinham diminuído 8,7%. Portugal é o terceiro país mais seguro do mundo, segundo o Índice de Paz Global, divulgado no mês passado.