CIRCULAR – Selo Clean & Safe

Selo Clean & Safe

Caro Associado,

Foi criado, no âmbito da pandemia COVID-19, pelo Turismo de Portugal o selo “Clean & Safe” . ler mais...

Os requisitos a cumprir diferem consoante se trate de empreendimentos turísticos (ler aqui, idêntico para o Alojamento Local), empresas de animação turística (ler aqui) ou agências de viagem (ler aqui), este mecanismo será também aplicado brevemente, com as necessárias adaptações, a restaurantes e comércio (lojas), e serão implementados pela Direção-Geral das Atividades Económicas através da plataforma eportugal.gov.pt.

É exigida a criação de um protocolo interno, conjugado com as recomendações da Direção-Geral de Saúde, que assegura a higienização necessária para evitar riscos de contágio e garantir os procedimentos seguros para o funcionamento das atividades turísticas.

Neste contexto destacamos os seguintes pontos:

  • As regras ou requisitos do selo são de adesão voluntária por parte das empresas;
  • Preenchimento de um formulário onlinee receção automática de um email com o comprovativo de submissão e todos os selos passíveis de utilização em comunicação física ou digital;
  • O selo incide essencialmente na limpeza e higiene do espaço, assim como na comunicação e informação ao consumidordas medidas tomadas pelas empresas neste âmbito;

ALGARVE

O selo “Clean & Safe” será complementado por um “MANUAL DE BOAS PRÁTICAS – ALGARVE CLEAN & SAFE”, que está a ser criado pelo Turismo do Algarve em colaboração com as associações do setor, reunindo orientações específicas por ramo de atividade (Alojamento, Restauração e similares, Marina e Portos de Recreio, Concessões de Praia, Golfes, Parques Aquáticos, Empresas de Animação Turística, Parques de Campismo e Autocaravanismo, entre outros).

Na fase inicial este manual será enviado para as Autarquias, Autoridades de Saúde, Forças e Serviços de Segurança e restantes Entidades Licenciadoras/Fiscalizadoras, para que as normas que estas organizações vierem a definir tenham como base de conhecimento os contributos do setor.

Para o efeito queira considerar o seguinte link

Melhores cumprimentos

Albufeira, 28 de abril de 2020

AHETA

Sector aeronáutico europeu vai perder 110 mil milhões de euros

Haverá uma perda total de receitas da indústria de aproximadamente 110 mil milhões de euros durante 2020 para as companhias aéreas, aeroportos e prestadores de serviços de navegação aérea. Para chegar a este valor, a Eurocontrol teve “em conta os pontos de vista de muitas outras entidades importantes”, como a Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO), a Associação Internacional de Transportes Aéreos (IATA), o Conselho Internacional dos Aeroportos (ACI) e o Fundo Monetário Internacional (FMI), bem como “contactos com presidentes de principais companhias aéreas europeias”. Actualmente, as quebras no tráfego aéreo europeu chegam aos 89%, com os voos de passageiros praticamente parados e a serem colmatados com os de transporte de mercadorias (voos de carga). Esta percentagem compara com uma redução de 41% em meados de Março. Em média, estão a ser efectuados por dia cerca de 3000 a 4000 voos na Europa, menos 20 a 30 mil do que no mesmo período de 2019.

Adesão ao pagamento de impostos por débito directo aumentou

O número de adesões ao pagamento de impostos por débito directo aumentou 212%, para 138.094, face ao valor registado no final de 2018, e o IMI é o imposto em que mais pessoas pagam por este meio. A Autoridade Tributária e Aduaneira tem neste momento o registo de 138.094 adesões ao débito directo. Deste total, 46,3% visam o pagamento do Imposto Municipal sobre os Imóveis (IMI) e 40,7% do Imposto Único Automóvel (IUC). Destas adesões, apenas 8,9% visam o pagamento do IRS.

Turismo europeu precisa de 375 mil milhões de euros para recuperar da crise do coronavírus

As estimativas da União Europeia são à volta de 255 mil milhões de euros para ajudar os Estados-membros a recuperar a indústria e mais cerca de 120 mil milhões de euros para investimento extra, para ajudar os empreendedores e operadores a restabelecerem as suas operações. Com o turismo europeu estagnado, devido às medidas restritivas adoptadas pelos Estados-membros da UE para tentar conter a propagação da pandemia, incluindo com limitações nas viagens entre países, o responsável assinala que “o turismo passou de [uma actividade] de 100% para zero” e está hoje “reduzido a praticamente 10% do que era, dadas as perdas totais. Sem liquidez, nenhuma empresa irá sobreviver, é uma questão de proteger o mercado.

Dos 1,5 biliões, menos de metade do dinheiro será a fundo perdido

Com os pressupostos conhecidos, Portugal pode vir a receber até 25 mil milhões de euros da “bazuca” europeia. A decisão será salomónica para agradar a todas as partes. A proposta de distribuição dos cerca de 1,5 biliões de euros pelos 27 países da União Europeia será pela via de empréstimos e subvenções a fundo perdido. É esta a proposta que a Comissão Europeia deverá fazer aos estados-membros para que esta seja aprovada o mais rapidamente possível para fazer face aos terríveis efeitos da pandemia da Covid-19. No entanto, falta saber o mais importante: que fórmula será escolhida para distribuir a “bazuca” do fundo de recuperação da economia europeia.

Turismo vai ser mais beneficiado por apoios europeus

Presidente da UE afirmou saber que o PIB vai cair em todos os países, mas cairá de forma mais acentuada nuns estados-membros do que noutros, e haverá prejuízos maiores nuns sectores do que noutros, como no do turismo, apontou, numa referência que terá agradado a Portugal, tal como Itália, Espanha e Grécia, bastante dependentes deste sector. 540 mil milhões é o que o Mecanismo Europeu de Estabilidade vai disponibilizar em linhas de crédito aos países da UE. Para Portugal, está previsto uma verba de 4 mil milhões de euros.

Portugal entre países europeus onde turismo mais cai em 2020 com recuo de 40% devido à pandemia de coronavírus

Portugal é dos países europeus onde o turismo internacional mais cai este ano devido à pandemia, com uma queda de 40% no número de visitantes, apenas superada por Espanha e Itália, de acordo com estudo da Oxford Economics. Segundo o estudo desta consultora britânica sobre os impactos da covid-19 no turismo europeu. Em Portugal deverão registar-se menos sete milhões de entradas internacionais este ano, em comparação com 2019, o equivalente a uma queda de 40%. Em termos percentuais, Portugal é apenas superado na redução dos visitantes por Itália (com uma queda de 49%, menos 31 milhões de visitantes) e por Espanha (recuo de 42%, menos 34 milhões de visitantes), que são desde logo os mais afectados pela pandemia, seja em número de mortes ou de casos.

França com o maior recuo nas receitas turísticas

O Estado-membro com maior recuo nas chegadas turísticas internacionais, segundo a análise da Oxford Economics, é França, com uma queda de também 40%, o equivalente a menos 38 milhões de visitantes face a 2019. Só França, que também está a ser bastante afectada pela covid-19, é responsável por cerca de 13% das entradas internacionais em toda a Europa. Juntamente com Itália e Espanha, Portugal é um dos países onde o Produto Interno Bruto (PIB) mais depende do turismo, num total de 16,5%, segundo o Conselho Mundial de Viagens e Turismo. Outro Estado-membro europeu muito dependente do turismo é a Grécia, onde, de acordo com a Oxford Economics, a queda no número de chegadas é de 36%, equivalente a menos 11 milhões.

ETC prevê opção por turismo de proximidade

Para a European Travel Commission, a atividade turística está estagnada e “a única solução” é mesmo a de “reinventar o sector”. A European Travel Commission (ETC), entidade europeia de turismo, antecipou que o próximo Verão na Europa será como regressar a 1970, com os europeus a optarem pelo turismo de proximidade, e pediu regras uniformes para evitar problemas sanitários. Todos temos de começar a pensar em alternativas e neste Verão, provavelmente, viajaremos de forma diferente, não indo para longe, não apanhando voos longos, talvez optando por viagens curtas, de comboio ou de carro, como os nossos pais faziam há 40 ou 50 anos”.

Comissão Europeia vai emitir dívida para fundo de recuperação acima do bilião de euros

Conselho Europeu aprovou “rede de segurança” negociada no Eurogrupo e ainda a emissão de dívida pela Comissão Europeia. Como é que o dinheiro vai chegar aos países e em que condições é a questão. O primeiro passo está dado: os líderes europeus acordaram que o financiamento do Fundo de Recuperação, que poderá contar com mais de um bilião de euros, seja feito através da emissão de dívida pela Comissão Europeia, integrado no próximo orçamento europeu. mas deixaram em aberto qual vai ser o alcance para os países e quais encargos futuros. Este fundo deve ser de dimensão suficiente, direccionado aos sectores e partes geográficas da Europa mais afectadas, e dedicado a lidar com esta crise sem precedentes”, pode ler-se nas conclusões adoptadas no final da reunião.