Encerramento Projecto EETUR

AUDITÓRIO CCDRAlgarve – Faro – 22 de Outubro de 2019

O Instituto Soldadura e Qualidade tem o prazer de o convidar a participar no Evento de Encerramento do Projeto EETur que irá decorrer no Auditório da CCDR Algarve em Faro no próximo dia 22 de Outubro de 2019 entre as 14h00 e as 17h30.

Neste evento pretende-se fazer o balanço final do projeto, promovendo o diálogo com gestores de empreendimentos turísticos e todos os stakeholders sobre os desafios e oportunidades na implementação de medidas de eficiência energética no setor hoteleiro do Algarve.

Este evento tem como objetivo captar a atenção das empresas e dos stakeholders para os resultados do projeto. Pretende-se, com a demonstração dos resultados atingidos, que o projeto capte o interesse das empresas do setor do turismo no Algarve e dos agentes regionais de modo a fomentar a adoção de boas práticas, metodologias, tecnologias e modelos de negócio para a racionalização do consumo de energia e da utilização de energia renovável, dando assim a continuidade ao esforço desenvolvido no projeto.
Esta iniciativa é promovida pelo ISQ com o apoio dos parceiros locais AHETA, NERA e Enercoutim, e cofinanciada pelo programa CRESC ALGARVE 2020.

Assim deixamos-lhe o convite para participar ativamente no evento e fazemos votos para que seja um dia esclarecedor com diálogos e trocas de impressões bem-sucedidos.

A participação é gratuita, mas carece de inscrição prévia e confirmação. Abaixo o botão para consultar o programa e o link para fazer a sua inscrição!

Consulte aqui o programa do evento

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Cerca de 14% da comida produzida no mundo é desperdiçada antes de chegar às lojas

Em todo o mundo, foram perdidos cerca de 400 mil milhões de dólares em comida, antes de ser sequer entregue nas lojas, de acordo com um relatório das Nações Unidas. Ásia, América do Norte e Europa são as regiões que mais desperdiçam. Cerca de 14% da comida produzida a nível mundial foi desperdiçada, em 2016, antes de chegar aos postos de venda. Desperdiçar comida significa uma grande pressão sobre o meio ambiente e uma utilização de recursos naturais desnecessária para a produzir.

Brexit. Empresas portuguesas são as mais pessimistas

Um inquérito realizado pela empresa de investimento Clearwater Internacional mostra que, apesar da incerteza em torno do Brexit, quase metade das empresas acreditam que a saída do Reino Unido da União Europeia será, a longo prazo, positiva para os seus negócios. O estudo foi realizado em mais de 2100 empresas nos seguintes países: Reino Unido (500); Irlanda (200); França (250); Alemanha (250); Itália (250); Espanha (250); Portugal (200); Dinamarca (200). O estudo, citado pelo site ECO, mostra que, embora a curto prazo exista algum receio no impacto do Brexti, 46,5% das empresas estão optimistas quanto ao sucesso da sua actividade após esta divisão na UE. Os portugueses são os mais pessimistas a longo prazo, com 37% das empresas nacionais a dizerem que o Brexit terá um efeito “negativo” ou “muito negativo”.

Trabalho por conta própria e em pequenas empresas representa 70% do emprego mundial

Sete em cada dez trabalhadores no mundo trabalham por conta própria ou estão empregados em micro ou pequenas empresas, revela um estudo da Organização Mundial do Trabalho (OIT). Pequenas unidades económicas representam “mais de 70% do total do emprego, fazendo, de longe, com que sejam os motores mais importantes do emprego”. Nos países de elevados rendimentos, 58% do total do emprego é da responsabilidade das pequenas unidades económicas, enquanto que nos países de baixos e médios rendimentos a proporção é consideravelmente maior, diz a OIT. Já nos países com menores níveis de rendimento, a proporção de emprego nas pequenas unidades económicas “é de quase 100%”.

Europa: 10% trabalham por conta própria

Na Europa e na Ásia Central, onde estão os países de elevados rendimentos, a percentagem de trabalhadores por conta própria é de 10% e o peso dos trabalhadores em microempresas (até nove trabalhadores) é de 21,4%. O sector com maior peso neste segmento é o dos serviços (68,5%). Por outro lado, no sul da Ásia, as percentagens são de quase 70% no caso dos trabalhadores por conta própria e de 20% nas microempresas, estando concentrados nos serviços e na agricultura.

Subida do salário mínimo foi acompanhada pela criação de 400 mil empregos

O aumento do salário mínimo entre 2014 e 2018 foi acompanhado pela criação de cerca de 400 mil empregos, levando à descida da taxa de desemprego de 13,9% para 7%. A definição do salário mínimo foi o mais emblemático recurso utilizado pelo Governo português para intervir nas relações laborais nos anos de recuperação económica. Depois de um congelamento do seu valor nominal entre Janeiro de 2011 e Setembro de 2014, o salário mínimo experimentou um crescimento acentuado. O seu valor ascendeu de 485 euros, antes de Setembro de 2014, para 600 euros, a partir de Janeiro de 2019.informação e comunicação e as actividades financeiras e de seguros a registarem percentagens abaixo de 10%.

Quem compra os hotéis portugueses? Sete em cada dez são fundos

Elevado crescimento do turismo coloca Portugal e Espanha no radar de grandes fundos internacionais. Investidores norte-americanos, chineses e sul-coreanos lideram. Os investidores privados têm cada vez menos espaço no mundo da compra e venda de hotéis. As transacções têm agora como maiores protagonistas os gigantes fundos de investimento internacionais. “Um capital que não tem cara nem geografia. As compras de cadeias hoteleiras por fundos representam já 68% das vendas de hotéis realizadas em 2018 na Península Ibérica, isto é, praticamente sete em cada dez unidades que mudaram de mãos. Há cinco anos, os fundos representavam apenas 50% das vendas

Quatro pontes e outros tantos fins de semana prolongados em 2020

O próximo ano será menos generoso em pontes e fins de semana prolongados do que 2019. Em 2020, os trabalhadores podem contar com quatro pontes (incluindo a do Carnaval) e três fins de semana compridos. Para quem trabalha no Porto ou em Lisboa, o calendário não ajuda: o dia de S. João calha a uma quarta-feira e o de Santo António será um sábado; o São Pedro é uma segunda. O mês mais generoso para escapadelas será o último. Dezembro arranca logo com duas pontes: o dia 1 e o dia 8 caem a uma terça-feira. Com um dia de férias apenas, é possível gozar uma pausa de quatro dias em qualquer uma dessas semanas. Duas semanas depois, o dia de Natal será uma sexta-feira – um dos fins de semana compridos, a ajudar quem passa as festas na terra de origem ou quer prolongar as celebrações natalícias mais dois dias

Exportações caem 3,8% e importações 4% em Agosto

As exportações de bens diminuíram 3,8% e as importações caíram 4,0% em Agosto face ao mesmo mês de 2018, penalizadas pela quebra no comércio de combustíveis e lubrificantes. Excluindo os combustíveis e lubrificantes, em Agosto as exportações aumentaram 0,6% e as importações cresceram 4,4% (-3,0% e +9,7%, respectivamente, em Julho de 2019). O défice da balança comercial de bens atingiu 1.638 milhões de euros, menos 78 milhões de euros do que no mês homólogo de 2018, sendo que, excluindo os combustíveis e lubrificantes, o saldo foi negativo em 1.288 milhões de euros, deteriorando-se em 190 milhões de euros face a Agosto de 2018.

União Europeia retira Suíça da lista ‘cinzenta’ de paraísos fiscais

Os 28 Estados-membros da União europeia (UE) retiraram a Suíça da denominada lista ‘cinzenta’ de paraísos fiscais, considerando que o país cumpre todos os compromissos de cooperação tributária”. A Suíça aboliu os regimes fiscais preferenciais, mas ainda oferece às empresas incentivos fiscais importantes e taxas baixas. Isso continuará provavelmente a atrair empresas que procuram evitar pagar a justa parte do imposto. Além da Suíça, outros quatro países também saíram da lista ‘cinzenta’, designadamente a Albânia, a Costa Rica, as Maurícias e a Sérvia. Os emirados Árabes Unidos e as ilhas Marshall saíram, por outro lado, da lista negra dos paraísos fiscais, que agrupa os países e territórios considerados como “não cooperativos, ou seja, que não assumiram qualquer compromisso de boa conduta em matéria fiscal.

Portugal afasta-se dos países mais ricos da União Europeia

País está em 21º lugar no ranking europeu do rendimento médio anual dos cidadãos. O rendimento dos portugueses estagnou face à média dos países da União Europeia (UE) nos últimos 25 anos e está abaixo dos níveis de 1995, revela um estudo do Banco de Portugal. A análise da evolução do nível de rendimento per capita em Portugal face à média da UE mostra que o processo de convergência real da economia portuguesa não prosseguiu nos últimos 25 anos. Em 2018, o Luxemburgo e a Irlanda – devido às multinacionais aí sediadas – eram os países com os níveis de PIB per capita mais elevados, com rendimentos acima de 250% e 187%, respectivamente, da média europeia. Já 17 países estavam abaixo, incluindo Portugal, cujo nível de rendimento equivalia a 77% da média da UE.