Roadshow EETur

Decorreu na passada 5ª feira, dia 25 de julho o Roadshow EETur – Visita Técnica aos Empreendimentos Turísticos do Algarve.
Foram realizadas visitas às instalações de três empreendimentos turísticos onde foram implementadas medidas de Eficiência Energética. Esta iniciativa teve como objetivo fazer uma divulgação alargada de boas práticas, tecnologias e soluções inovadoras de eficiência energética nos edifícios, demonstrando assim o potencial de impacto económico das medidas de eficiência energética no setor do turismo.
O roadshow contou com cerca de 35 representantes de diversas entidades ligadas ao setor do turismo e de energia. Este evento serviu para captar a atenção das empresas do setor dos empreendimentos turísticos, fornecedores de tecnologias e serviços de energia, no sentido de estimular o interesse para a implementação de projetos de eficiência energética e energias renováveis nesses edifícios.
O evento foi promovido pelo ISQ – Instituto de Soldadura e Qualidade com o apoio dos parceiros regionais, a AHETA (Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve, NERA (Associação Empresarial da Região do Algarve) e a ENERCOUTIM (Associação de Energia Solar de Alcoutim) no âmbito do projeto EETur, financiado pelo Programa CRESC ALGARVE 2020 ao abrigo do Sistema de Incentivos às Ações Coletiva.

Importações sobem seis vezes mais que exportações em Julho

As exportações de bens em Portugal aumentaram 1,3% em Julho (3%, excluindo os combustíveis e lubrificantes), o que representa um ritmo bem inferior ao crescimento verificado nas importações de mercadorias (7,9%) neste mês, anunciou o Instituto Nacional de Estatística. O acréscimo de 27,9% nas importações de material de transporte, sobretudo na rubrica referente maioritariamente a aviões, contribuiu 4,2 pontos percentuais para a taxa de variação homóloga total. O défice da balança comercial de bens atingiu 1.751 milhões de euros em Julho, isto é, mais 452 milhões face ao mesmo mês de 2018.

Contratação colectiva abrange apenas 12,5% da população assalariada do País

Apesar da tendência positiva, CGTP reconhece “bloqueios” em diferentes sectores. Foram 422 mil os trabalhadores abrangidos pela renovação dos instrumentos de contratação colectiva durante os seis primeiros meses deste ano. O valor representa apenas 12,5% da população assalariada do País no sector privado, estimada em 3,4 milhões. Ainda assim, o primeiro semestre regista uma subida de 133 mil trabalhadores face ao mesmo período de 2018, mostram os números da Direcção-Geral do Emprego e das Relações do Trabaho.

Aigle Azur cancelou todos os voos devido a problemas financeiros

A sua situação financeira e as consequentes dificuldades operacionais não permitem continuar a assegurar voos. Entre os voos suspensos estão ligações a Portugal, Mali, Brasil e Ucrânia, sendo que a companhia aérea não pode garantir a devolução do dinheiro dos bilhetes marcados para datas posteriores a sábado. A transportadora francesa voava para os aeroportos de Faro, Funchal e Porto, em Portugal. Está ainda em cima da mesa a possibilidade de que algum operador compre uma parte do negócio da AigleAzur e leve a cabo uma reestruturação. A Aigle Azur emprega 1.150 pessoas e opera voos entre vários destinos, incluindo entre França e Argélia, mas também conta com rotas para o Brasil, China, Rússia e outros países. O maior accionista da empresa é a chinesa HNA, que também já foi detentora de uma participação na TAP, com uma posição de 49%.

125 países adoptam medidas para combater a fuga aos impostos

Mais de 125 economias estão unidas nesta causa (Portugal incluído) e estão a seguir o plano da OCDE, colocando em marcha localmente estratégias comuns, para proteger as suas receitas fiscais, segundo o mais recente relatório da OCDE sobre as reformas fiscais levadas a cabo pelos países que integram esta organização e que inclui também dados sobre economias parceiras. Trata-se da quarta edição do ‘Tax Policy Reforms: OECD and Selected Partner Economies’ (2019), que é uma publicação anual que fornece e compara informação sobre reformas fiscais em todos os países da OCDE.

Lisboa no top dez dos aeroportos menos cumpridores nos horários de voo

Há cinco aeroportos portugueses no ranking dos 50 aeroportos europeus com maiores atrasos nos meses de Junho e Julho deste ano, revela a Air Help. Ponta Delgada e Lages nos Açores estão entre os três piores. Lisboa aparece em décimo lugar. Os aeroportos portugueses, geridos pela ANA, empresa controlada pela francesa Vinci, estão entre os que mais atrasos registam. Lisboa é o décimo desta lista “negra”, e o Porto o melhor português na lista dos 50 aeroportos com pior desempenho. É grego o aeroporto que registou maiores atrasos no início do Verão. No topo dos aeroportos que mais se atrasam está Mykonos, na Grécia.

Alterações climáticas vão pressionar mudanças nos impostos

A OCDE refere que em 2019, face aos anos anteriores, houve menos países a levarem a cabo reformas fiscais, à excepção da Holanda, onde houve alterações significativas, bem como na Lituânia, Itália e Polónia. Porém, a OCDE sinaliza que os desafios futuros – onde se incluem as previsões de crescimento económico mais fraco em alguns países, bem como as desigualdades em termos de rendimento e de bem-estar, além das mudanças na própria natureza do trabalho e as alterações climáticas – vão, necessariamente, levar a mudanças mais arrojadas das políticas fiscais, em conjunto com outras reformas estruturais.

Portugal é dos países da OCDE onde a carga fiscal mais subiu desde a crise

O peso dos impostos na economia portuguesa continua acima de valores pré-crise. Entre 2007 e 2017, a carga fiscal subiu de 31,8% do PIB para 34,7%. Este aumento, de 2,9 pontos percentuais, é dos maiores da OCDE, segundo um relatório agora divulgado. A carga fiscal cresceu na casa dos três pontos percentuais no Japão, Holanda, França, Eslováquia e Argentina. No México, a subida foi de 4,2 pontos (de 12% para 16,2% do PIB). E foi na Grécia que se verificou o maior aumento da carga fiscal: de 31,2% para 39,4% do PIB. Olhando para os países da OCDE, a carga fiscal média atingiu um novo recorde em 2017, ao subir de 34% para 34,2%.

Fisco analisa 11 benefícios fiscais

A análise é para que os deputados decidiam se os incentivos que terminam no final do ano se mantêm ou acabam mesmo. Há 11 benefícios fiscais de IRS, IRC, IVA e imposto de selo que caducam no final deste ano de 2019. Para que continuem a vigorar, o Parlamento tem de tomar uma decisão nos próximos meses. Nesse sentido, o ministério das Finanças já pediu ao fisco para começar a fazer a avaliação técnica individual de cada incentivo.

Código do Trabalho: a lei que dividiu a geringonça entra em vigor em Outubro

As alterações ao Código do Trabalho foram publicadas em Diário da República. É o culminar de um longo processo. Os contratos de trabalho temporário terão um limite máximo de seis renovações. Empresas ficam obrigadas a informar o trabalhador temporário do motivo para a celebração do contrato e, em caso de violação das regras, terão de integrar os trabalhadores. Os contratos de muito curta duração serão alargados dos 15 para os 35 dias e generalizados a todos os sectores. Para isso basta que as empresas comprovem um acréscimo excepcional, decorrente por exemplo de efeitos de sazonalidade. O aumento do número mínimo de horas de formação, das actuais 35 para as 40 horas anuais, foi aprovada. O limite máximo dos contratos a termo reduz dos três para os dois anos e os contratos podem ser renovados até três vezes.