IIº Workshop EETUR

07 MAIO 2019
AUDITÓRIO CARLOS DO CARMO – LAGOA
TRANSIÇÃO ENERGÉTICA NO SETOR HOTELEIRO

Neste evento pretende-se mobilizar o setor hoteleiro e toda a cadeia de valor do Turismo para a transição energética no setor, com divulgação alargada de boas práticas, projetos bem-sucedidos, tecnologias e soluções inovadoras dentro do mercado energético, visando alcançar um maior nível de Eficiência Energética nos Edifícios com sistemas de produção de energia mais descentralizados, assentes em recursos renováveis e diversificados. Pretende-se desta forma demonstrar o potencial de impacto económico das medidas de eficiência energética no setor hoteleiro para a competitividade e sustentabilidade do turismo da região.

Este evento contará também com um espaço expositivo para as empresas que prestam serviços de energia para o setor hoteleiro, de forma a fomentar a interação entre estas empresas e os representantes da hotelaria permitindo descobrir possíveis parceiros de negócio.

Caso tenha interesse em reunir com estas empresas ao longo do evento, sugerimos que nos faculte essa indicação através da ficha de inscrição disponível no website. Após inscrição, a equipa EETur entrará em contacto consigo para agendar as reuniões bilaterais (B2B).

Esta iniciativa é promovido pelo ISQ no âmbito do projeto EETUR com o apoio dos parceiros locais AHETA, NERA e Enercoutim, uma iniciativa cofinanciada pelo programa CRESC ALGARVE 2020. No Iº Workshop contamos com a participação de cerca de 108 representantes de várias entidades ligada ao setor do turismo e energia e temos expetativa para este IIº Workshop. Assim deixamos-lhe o convite para participar no evento em que façamos votos para que seja um dia esclarecedor com diálogos e trocas de impressões bem sucedidos num ambiente informal durante o Business Coffee & Exposição.

A participação é gratuita mas carece de inscrição prévia e confirmação.

Consulte aqui o programa, faça aqui a sua inscrição !

Contamos com a sua presença! Este projeto é para si!
A Equipa EETur

Preço das casas em Portugal aumentou o dobro da Zona Euro no final de 2018

Os preços das habitações em Portugal aumentaram acima da média da zona euro e da União Europeia (UE) no quarto trimestre de 2018, quer face ao anterior, quer na comparação homóloga, divulga o Eurostat. Nos últimos três meses de 2018, os preços das habitações aumentaram 9,3% em Portugal face ao quatro trimestre do ano anterior, acima dos 4,2% registados quer na zona euro, quer na UE. As maiores subidas homólogas foram registadas, de acordo com o gabinete estatístico europeu, na Eslovénia (18,2%), na Letónia (11,8%) e na República Checa (9,9%), tendo havido um único recuo, em Itália (-0,6%).

Consumo mundial de vinho estagna, mas aumenta em Portugal

O consumo mundial de vinho parou de crescer em 2018, nomeadamente devido à desaceleração económica na China e à incerteza associada ao Brexit, segundo estimativas da Organização Internacional do Vinho (OIV) hoje publicadas. No ano passado, o planeta terá consumido cerca de 246 milhões de hectolitros de vinho, contra 246,7 milhões de hectolitros em 2017, segundo a OIV. Ao contrário da tendência de manutenção na Europa, em Portugal o consumo terá aumentado 5,4% em 2018 para um total de 5,5 milhões de hectolitros. Além de Portugal, o consumo de vinho também aumentou na Roménia, designadamente 8,7% para 4,5 milhões de hectolitros em 2018.

Portugal com 4.ª menor subida europeia do custo horário da mão de obra em 2018

Portugal teve o quarto menor aumento do custo horário da mão de obra em 2018, face ao ano anterior (1,4%), tendo o indicador avançado 2,7% na zona euro e 2,2% na União Europeia (UE), segundo o Eurostat. Em Portugal, o custo horário da mão de obra – excluindo os sectores da agricultura e administração pública – subiu de uma média de 14,0 euros para 14,2 euros, a quarta menor percentagem homóloga: 1,4%. Os custos salariais mais baixos foram registados, no ano passado, na Bulgária (5,4Euro/hora), Roménia (6,9Euro), Hungria (9,2Euro) e Letónia (9,3Euro), enquanto os mais elevados se observaram na Dinamarca (43,5Euro/hora), Luxemburgo (40,6Euro), Bélgica (39,7Euro), Suécia (36,6Euro), Holanda (35,9Euro) e França (35,8Euro). Na zona euro, a média do custo horário da mão-de-obra foi de 30,6 euros e na UE de 27,4 euros.

Fisco vai enviar todos os anos às empresas dados sobre a sua saúde financeira

A Autoridade Tributária vai enviar às empresas até 31 de Dezembro de cada ano indicadores sobre a sua saúde financeira e a menção aos mecanismos a que podem recorrer. O mecanismo de alerta precoce (MAP) quanto à situação económica e financeira das empresas tem sede em Portugal e prevê a prestação de informação económica e financeira aos membros dos órgãos de administração numa base anual, a partir de informação do Banco de Portugal analisada pelo IAPMEI – Agência para a Competitividade e Inovação.

Inflação abranda para 0,8%

A variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) foi 0,8% em Março de 2019, taxa inferior em 0,1 pontos percentuais (p.p.) à do mês anterior. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) registou uma variação homóloga de 0,7%, taxa inferior em 0,3 p.p. à registada em Fevereiro. Assim, a variação média dos últimos doze meses fixou-se em 1,0%, uma taxa idêntica à registada no mês anterior. A região com a variação mensal mais elevada foi a da Madeira (0,6%), e as regiões com as variações mensais mais baixas foram as do Alentejo e do Centro (ambas com 0,2%).

Investimento dos vistos gold cai 33% no primeiro trimestre

Nos primeiros três meses do ano, o investimento proveniente de Autorização de Residência para Actividade de Investimento (ARI) totalizou 196.858.014 euros, uma redução de 33% face aos 293.894.642 euros registados no período homólogo do ano passado. Em Março, o investimento captado atingiu 48.368.488 euros, uma queda de 53% em termos homólogos e uma redução de 23% face a Fevereiro, de acordo com contas feitas com base nas estatísticas mensais divulgadas pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF). Em mais de seis anos – o programa ARI foi lançado em Outubro de 2012 -, o investimento acumulado até Março totalizou 4.446.656.792,63 euros. Desde a criação deste instrumento, que visa a captação de investimento, foram atribuídos 7.291 ARI: dois em 2012, 494 em 2013, 1.526 em 2014, 766 em 2015, 1.414 em 2016, 1.351 em 2017, 1.409 em 2018 e 329 em 2019.

Pressão financeira na zona euro pode passar para empresas e famílias, diz FMI

As possíveis perdas com empréstimos improdutivos e quedas no valor dos títulos soberanos (…) poderiam acarretar um impacto significativo no capital de alguns bancos, podendo a “pressão sobre o sector financeiro” ser “repassada, mais uma vez, para as empresas e as famílias”. O FMI considera ainda que as vulnerabilidades na economia mundial “continuam a aumentar” graças à manutenção de políticas acomodatícias, e que o “aperto” do final de 2018 “não alterou os riscos de médio prazo”. Entre as vulnerabilidades identificadas pelo fundo estão ainda a dívida empresarial nas economias avançadas e os desequilíbrios financeiros da China.

Comissões são o maior alvo de queixas dos clientes bancários em 2018

As reclamações sobre contas de depósitos à ordem passaram desde 2015 a ser a matéria mais reclamada pelos clientes bancários ao Banco de Portugal e por norma mais de 90% das queixas tem a ver com uma coisa: as comissões bancárias. Apesar de terem diminuído cerca de 5% face ao ano anterior, as comissões fazem com que as contas de depósito continuem a ser a matéria mais reclamada, com mais de 4.300 participações ao supervisor. No ano passado o Banco de Portugal recebeu ao todo 15.254 reclamações dos clientes dos bancos, um número praticamente idêntico ao de 2017 (15.282). A segunda matéria mais reclamada é o crédito aos consumidores, com um aumento de 10,1% nas queixas.

Número de estrangeiros a viver em Portugal aumentou 83%

Entre Janeiro de 2017 e Agosto de 2018, o número de residentes não habituais (RNH) em Portugal aumentou 83%, Ao todo são já 23.767 os cidadãos estrangeiros que moram pelo menos 183 dias por ano no país e usufruem do regime fiscal criado em 2009. O regime dos RNH permite a trabalhadores que integram uma lista de profissões consideradas de elevado valor acrescentado pagar uma taxa de IRS de 20% sobre os rendimentos do trabalho e confere uma dupla isenção de tributação aos reformados nas suas pensões. RNH, contudo, pode também ser usado por portugueses desde que não tenham residido no país nos cinco anos anteriores. Porém, poucos o fazem. Apenas 1502 residentes não habituais (6%) têm naturalidade portuguesa.